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Demis Roussos

Indústria

07 de fevereiro de 2019 às 14h15

Presidente do Sinduscon/RN cobra transparência no Plano Diretor


Otimista em voltar a discutir, ainda este ano, a reforma do Plano Diretor de Natal, que vem se arrastando há quase duas décadas, o presidente recém-eleito da Sinduscon/RN, Silvio Bezerra, pede transparência para que o novo Plano Direitor possa garantir uma cidade boa para se morar, crescendo de forma sustentável. "Tem que haver transparência", afirma. Transparência é tudo o que nós queremos para que as pessoas saibam de fato quem está propondo o quê". 

Segundo ele, "o Sinduscon tem legitimidade, assim como outras entidades de classe que vão estar nessa discussão, para apresentar propostas, sem preconceitos, e fará isso de forma legítima, transparente, para que todo mundo saiba o que vamos propor". Silvio diz que o Sinduscon/RN pretende propor um plano que tenha como base o desenvolvimento sustentável da cidade. "Não vamos propor nada diferente do que leve ao desenvolvimento sustentável da cidade. Como consequência teremos o crescimento do mercado imobiliário. Queremos uma cidade boa para se morar, crescendo de forma sustentável", avalia.   

Ele informa ainda que o Plano Diretor de Natal tem uma espinha dorsal baseada em infraestrutura. "Ou seja, quanto mais infraestrutura um bairro tem, maior é a possibilidade de adensar a região, colocando casas ou apartamentos naquele bairro". Silvio cita como exemplo a Zona Norte, que está quase totalmente saneada. E saneamento básico é um dos itens que formam a infraestrutura de uma localidade.  

"A gente defende que regiões como a Zona Norte deveriam de fato ir para o índice (que afere as condições de infraestrutura) mais elevado, já que Natal está quase 100% saneada. No futuro, a partir dessa revisão, solicitamos que os índices possam ser atualizados automaticamente, sem a necessidade de discussão de um novo Plano Diretor", sugere o presidente do Sinduscon/RN, referindo-se à execução de um modelo mais moderno e prático, que possa ser revisado automaticamente, no futuro.

"Não é justo que a Zona Norte não possa ter belos edifícios, como em outras regiões da cidade, além do mais houve um investimento (em saneamento básico, um dos itens da infraestrutura de uma região) do governo, então, precisa de mais gente morando para que o investimento público naquele local possa ter retorno", avalia.

 

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